Entrevista
A seguir a entrevista feita com o professor Júlio César, do Curso Tecnólogo de Gestão Ambiental do CEFET-RJ, sobre a questão socioambiental nos dias de hoje.
1-Qual é a situação atual, no Brasil e no mundo, quanto à preocupação em Gestão Ambiental e desenvolvimento sustentável?
· Existe uma preocupação por parte das empresas, e, principalmente, das indústrias com relação as ciclo dos produtos e os impactos que esses materiais podem causar ao mundo, fazendo, inclusive, para garantir a rentabilidade, a otimização de matérias-primas e, conseqüentemente, melhor qualidade de vida à sociedade. A remuneração do capital é mais bem sustentada pelas empresas que se preocupam com o impacto à natureza.
2 - Houve aumento de investimentos em programas ambientais no Brasil e no mundo nos últimos tempos?
· Sim, principalmente no Brasil, a partir do ano de 1992, passou-se a discutir mais sobre esse assunto. Nos últimos dez anos houve um investimento maior, tanto em controle quanto acompanhamento desses impactos.
3-Quais são as conseqüências desses investimentos para a sociedade?
Com o tempo, poderemos ter uma visão mais ampla e melhor sobre todas as conseqüências causadas pela interferência e exploração desses recursos. De imediato, podemos considerar que, se continuarmos a nos preocupar com a sustentabilidade no mundo, garantiremos esse legado para as gerações futuras.
4- O que as empresas ganham investindo em programas socioambientais?
Primeiramente, hoje, quem não tem essa política, quem a não pratica, não se certifica, ou não busca obter um selo verde, não garante uma boa competitividade.
5-Teria alguma influência no ou do marketing da empresa?
Não é somente marketing, pois marketing é a imagem da empresa, é muito mais que isso: além da imagem, significa a própria sobrevivência da empresa no mercado.
6-Esses programas são frutos de uma ausência de ação do poder público nesses assuntos?
Não, não especificamente. Existe uma visão que está mudando no Brasil sobre esse assunto, os empresários tomam a iniciativa e fazem parcerias com o poder público afim de que isso torne a própria sociedade mais sustentável.
7-Esses programas podem ser usados para denegrir a imagem do governo?
Não. A intenção do empresário é simplesmente ocupar um espaço, mas não no intuito de manter o poder público ao seu lado, mas para que a sociedade desperte, e, nesse assunto, cada um tem o seu lugar reservado. Num primeiro momento, temos a impressão de que eles (poder público e empresariado) têm missões diferentes. Se você se colocar em uma posição das discussões, realmente teria esse tipo de pensamento, mas não creio que essa seja a real intenção de ambos.
9-Você acha, então, que esses programas são uma saída para vários problemas sócio econômicos do Brasil atual?
Com certeza. O mundo já cometeu vários erros. Podemos citar o exemplo da Amazônia, muito discutido ultimamente. O Brasil precisa investir em planejamento e, cada vez mais, em produtos que sejam menos agressivos à natureza.
10-Você acha que programas socioambientais devem ser incentivados?
Sim, devem ser incentivados. A sociedade, inclusive, deve dar apoio, cada vez mais às boas iniciativas, tanto as originadas do poder público, quanto da iniciativa privada. É como se um não vivesse sem o outro, há um complemento, e não, uma concorrência.
· Autor: Alexander dos Reis
1-Qual é a situação atual, no Brasil e no mundo, quanto à preocupação em Gestão Ambiental e desenvolvimento sustentável?
· Existe uma preocupação por parte das empresas, e, principalmente, das indústrias com relação as ciclo dos produtos e os impactos que esses materiais podem causar ao mundo, fazendo, inclusive, para garantir a rentabilidade, a otimização de matérias-primas e, conseqüentemente, melhor qualidade de vida à sociedade. A remuneração do capital é mais bem sustentada pelas empresas que se preocupam com o impacto à natureza.
2 - Houve aumento de investimentos em programas ambientais no Brasil e no mundo nos últimos tempos?
· Sim, principalmente no Brasil, a partir do ano de 1992, passou-se a discutir mais sobre esse assunto. Nos últimos dez anos houve um investimento maior, tanto em controle quanto acompanhamento desses impactos.
3-Quais são as conseqüências desses investimentos para a sociedade?
Com o tempo, poderemos ter uma visão mais ampla e melhor sobre todas as conseqüências causadas pela interferência e exploração desses recursos. De imediato, podemos considerar que, se continuarmos a nos preocupar com a sustentabilidade no mundo, garantiremos esse legado para as gerações futuras.
4- O que as empresas ganham investindo em programas socioambientais?
Primeiramente, hoje, quem não tem essa política, quem a não pratica, não se certifica, ou não busca obter um selo verde, não garante uma boa competitividade.
5-Teria alguma influência no ou do marketing da empresa?
Não é somente marketing, pois marketing é a imagem da empresa, é muito mais que isso: além da imagem, significa a própria sobrevivência da empresa no mercado.
6-Esses programas são frutos de uma ausência de ação do poder público nesses assuntos?
Não, não especificamente. Existe uma visão que está mudando no Brasil sobre esse assunto, os empresários tomam a iniciativa e fazem parcerias com o poder público afim de que isso torne a própria sociedade mais sustentável.
7-Esses programas podem ser usados para denegrir a imagem do governo?
Não. A intenção do empresário é simplesmente ocupar um espaço, mas não no intuito de manter o poder público ao seu lado, mas para que a sociedade desperte, e, nesse assunto, cada um tem o seu lugar reservado. Num primeiro momento, temos a impressão de que eles (poder público e empresariado) têm missões diferentes. Se você se colocar em uma posição das discussões, realmente teria esse tipo de pensamento, mas não creio que essa seja a real intenção de ambos.
9-Você acha, então, que esses programas são uma saída para vários problemas sócio econômicos do Brasil atual?
Com certeza. O mundo já cometeu vários erros. Podemos citar o exemplo da Amazônia, muito discutido ultimamente. O Brasil precisa investir em planejamento e, cada vez mais, em produtos que sejam menos agressivos à natureza.
10-Você acha que programas socioambientais devem ser incentivados?
Sim, devem ser incentivados. A sociedade, inclusive, deve dar apoio, cada vez mais às boas iniciativas, tanto as originadas do poder público, quanto da iniciativa privada. É como se um não vivesse sem o outro, há um complemento, e não, uma concorrência.
· Autor: Alexander dos Reis


0 Comentários:
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial